Não há palavras, pra descrever tamanha dor. Não há.

 Não há palavras, pra descrever tamanha dor. Não há.


“Sabe, eu realmente me conheço. Eu digo que não me conheço, mas eu conheço. Sei cada coisa que passa por essa pequena e perversa mente. Sei cada manipulação. Cada tentativa frustrada, e cada acerto. Sei distinguir erros de acertos. Sei tudo. O problema, é que minha mente sabe mais de mim do que eu sei dela. E ela me controla. Não eu, ela. Senão as coisas seriam diferentes. Sou um monstro. Ou um escravo.”

Sabe, eu realmente me conheço. Eu digo que não me conheço, mas eu conheço. Sei cada coisa que passa por essa pequena e perversa mente. Sei cada manipulação. Cada tentativa frustrada, e cada acerto. Sei distinguir erros de acertos. Sei tudo. O problema, é que minha mente sabe mais de mim do que eu sei dela. E ela me controla. Não eu, ela. Senão as coisas seriam diferentes. Sou um monstro. Ou um escravo.”

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